Mostrando postagens com marcador conhecimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador conhecimento. Mostrar todas as postagens

Conversa sobre autonomia com Thiago Alixandre - TEDx - Objetivo Sorocaba

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013




REPORTAGEM DA NET TV SOBRE O PROJETO "DANÇA NA PEDREIRA" - CONFIRAM!!!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


                                  

Repercussão do projeto "Dança na Pedreira" idealizado pelo Coletivo O¹², realizado pelo SESC e com parceria da Secretaria de Meio Ambiente de Votorantim, em novembro de 2011.

Pedras, afetos e música...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011


Para encerrar as atividades de 2011, o Coletivo O¹² realizou um piquenique comunitário. A princípio a ideia era celebrar o convívio, a cidadania, a ampliação das atividades entre o corpo e a cidade, as histórias da pedreira e suas infinitas possibilidades de acolhimento, mas foi além disso.

Não fomos capazes de antever a poesia que estava dormindo embaixo das pedras... A "Predreira" se revelou um ambiente extremamente propício para as atividades que cuidam dos afetos.

Coisas imprescindíveis para a vida se elaborou na nossa tarde dominical - amar, sorrir, correr, deitar, se emocionar, fazer novos amigos, etc.

Somos muito gratos a todos que estiveram presentes validando nossas realizações artísticas e afetivas com nossa Votorantim.

Agradecemos ainda ao céu que desabou durante a tarde e se reergueu para contemplar de azul nosso piquenique.

Obrigado a todos os otimistas incuráveis de plantão e aos amigos que fizeram do nosso ano de 2011 tão especial e cheio de novas possibilidades, parcerias, descobertas, surpresas e realizações tão plenas. 

Uma lona, uma idéia e a alegria do compartilhamento...




O céu de Votorantim é o mais lindo do mundo, as pipas das crianças do piquenique voaram de maneira orgulhosa...

   Quando se deitar se tornou um ato público de amor... a cidade fez dormir as precariedades privadas...


quando o corpo encontra novas condições de relacionamento com o ambiente, nossa vida se qualifica...




    fazendo mil e uma inutilezas...


   Pintando futuros desejáveis para a "Pedreira"...



                              
    Esta ainda não era a nossa intervenção surpresa, foi um bonus...



Comunidade, vizinhos, comidinhas, almofadinhas, lençóis, convívio, sonhos, afetos, alegrias, dia lindo!



                                                                
    Mais criadores de futuros...


Nosso piquenique incendiado com um perfume de inteligênia sobre as pedras... (obrigado pela presença Ana Carla Fonseca)


Pra viver é preciso deitar no chão, olhar pro céu... assim já tinha dito Fabiana Dultra Britto na mesma Pedreira ...


                  
Esse é um depoimento de alegria, alguns animais sentem, outros, o que é uma pena, não.


              
  A Banda Marcial de Votorantim, surpreendendo e emocionando a todos como sempre...




    música, pedras, afetos, cores, sorrisos, mistura entorpecente...













A arte da Banda passou como o vento na tarde, oxigenou com poesia a casa das pedras...



Mais um motivo para celebrar. Os sorrisos são para a AVA (associação vuturaty ambiental), mais uma associação de ambientalistas de Votoratim.

                                                                                     
Com a palavra nosso presidente Porthos Raposo...




O Coletivo O¹² entra de férias e logo logo mandaremos mais notícias... aguardem!

beijinhos muito, muito realizados e cheios de futuros desejáveis para todos em 2012. 

Coletivo O¹² (Preta Ribeiro, Tati Almeida e Thiago Alixandre)                   
          
                                                                                                          Fotos: Larissa Ferreira

Realização, conquista e (re)conhecimento.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Os 12 da foto      
   (Jorge de Albuquerque Vieira, Guilherme Santos, Lidi Domingues, Lucas Amorim, Tati Almeida, Ariane Sampaio, Thiago Alixandre, Douglas Pereira,  Preta Ribeiro, Rafael Bricoli, Vera Almeida e Mari Mendes)

Pra quem acompanha o trabalho do Coletivo O¹² já deve ter se dado conta dos processos que deram   origem ao nascimento de nossas realizações artísticas e mesmo para os que acompanham de longe ou não acompanham, quando tomam contato com nossas produções artísticas pode conferir qual é o elemento que está sempre presente nas conversas que gostamos de propor ao mundo. Esse elemento/objeto que gostamos de estudar é a autonomia. 
Um detalhe importante dessa nossa ância de falar desse assunto está atrelado ao fato de termos aprendido a repropor e entender de maneira sistemica essa autonomia a partir dos artigos do astrofísico e prof. Jorge de Albuquerque Vieira. 

Esse mestre amante das estrelas nos ensinou a amar o conhecimento e por isso hoje estamos aqui compartilhando com todos, os do passado, os do presente e os do futuro a nossa realização profissional, política, artística, emocional...

O fato é que na última terça-feira tivemos o previlégio de ter uma tarde de conversa filosófica com o professor Jorge, contar como suas pesquisas nos orientaram e deram forma ao pensamento que hoje é norte do Coletivo O¹². 

Mostramos dentro da programação do Encontros de Dança no TUCARENA a obra "Quando se desprendem as partes", e após o espetáculo o público e a gente foi lisonjeado pela análise ontológica do prof. Jorge sobre a nossa pesquisa artística.

Fica aqui agora registrado nessa postagem tão, tão informal um tributo a autonomia, as formas afetivas de elaborar coletividade, ao respeito mútuo, ao valor, ao hedonismo e ao amor.

Fica ainda a demonstração de vitória límbica, onde o prazer vence a agonia, onde só o amor constrói, onde com clareza abservamos a face demente das lideranças agônicas e lamentamos pela ridícula e mediocre forma de seu ser.

Desejamos que seja possível identificar na demonstração de nosso semblante ao sorrir, o desprezo que brota aos que amam a morte. 

Viva Coletivo O¹²! 

Sigamos amando a vida e sempre, sempre, levados pelo sopro leve e doce da biofilia.

Que o amor se elabore em todos os homens de corações insáciáveis.

Na plenitude de seu afeto, Coletivo O¹². 

é proibido parar...

terça-feira, 1 de março de 2011



Ainda no começo da caminhada, com alvoroço de quem acaba de chegar e de quem quer descobrir.

Inquietos, curiosos e criativos!

Viva a esse tempo de vida no mundo real.

A autonomia é agora!

10 mitos sobre a sustentabilidade!

domingo, 23 de janeiro de 2011




Quando uma palavra cai na boca do povo e pode ser ouvida em toda parte, referindo-se a uma variedade de assuntos, há duas possibilidades. A primeira é ela ter virado um chavão, um lugar-comum destituído de significado real, que pode ser usado para qualquer coisa, da venda de sabonete aos programas de governo. A outra possibilidade é a palavra representar um conceito que realmente se tornou o zeitgeist - o "espírito dos tempos", termo criado pelos filósofos alemães - da nossa era. A expressão "ser verde" se encaixa claramente na primeira categoria. Qual é o caso de sustentabilidade? Vamos a eles:

1. Ninguém realmente sabe o que isso significa
O sentido moderno do termo foi claramente definido pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, da Organização das Nações Unidas, em 1987. O documento, chamado Nosso Futuro Comum, classificou o desenvolvimento sustentável como aquele que "satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades". Ou seja, recomenda cuidar dos ecossistemas no presente para que haja recursos suficientes para sustentar a vida humana no futuro. "Sustentabilidade não é apenas proteger o ambiente", disse a VEJA o americano Anthony Cortese, fundador e presidente da organização educacional Second Nature: "Não estamos preocupados com a salvação do planeta. A Terra já sobreviveu a cinco extinções em massa, a última delas a que acabou com os dinossauros, há 65 milhões de anos, e vai sobreviver se o modo de vida humano causar nova extinção em massa". O assunto não é se preocupar com o fim do mundo, completa Cortese, "mas encontrar formas de preservar a capcidade da Terra de sustentar uma civilização próspera e moderna."

2. É um sinônimo de verde
Os dois conceitos têm pontos em comum, mas "verde" significa, sobretudo, a preferência do natural sobre o artificial. Com quase 7 bilhões de pessoas no planeta e um acréscimo de 2 bilhões previsto para 2050, dependemos da tecnologia para dar a elas um bom padrão de vida. A tecnologia não é algo necessariamente ruim. Quando limpa, sem causar impactos destrutivos ao ambiente, pode encontrar recursos renováveis, como as células solares, as turbinas de vento e os carros elétricos. "O tempo que o planeta demora para produzir os recursos de que o homem precisa é muito maior do que o tempo que o homem leva para consumi-los. Por isso a tecnologia limpa é tão importante", disse Rosely Imbernon, especialista em educação ambiental da Universidade de São Paulo.

3. Trata-se, em resumo, de preservar a natureza
Seria limitado discutir a sustentabilidade apenas do ponto de vista ambiental. As perspectivas sociais e econômicas da humanidade estão no mesmo patamar da preservação do meio ambiente. Mesmo que os moradores das grandes cidades decidam economizar água para que o abastecimento seja suficiente para todos, quase 1 bilhão de pessoas não terão acesso garantido a esse recurso - e isso não é sustentável. "Hoje, 70% dos recursos naturais são consumidos por apenas 25% da população mundial. Não basta cuidar desses recursos, é preciso encontrar uma forma de garantir uma vida saudável para todos", diz Anthony Cortese, da Second Nature.

4. É outra palavra para reciclagem
Reciclar se tornou a solução simbólica da crise ambiental e é a mensagem mais divulgada quando se fala em contribuir para a sustentabilidade. Deu certo, de muitas formas. As pessoas estão realmente preocupadas com o assunto, e a coleta seletiva de lixo se tornou a contribuição que a maioria está disposta a dar ao futuro do planeta. A complicação é que encaminhar garrafas e latas de alumínio para o reaproveitamento é apenas um item de uma enorme pauta. Energia e transporte, por exemplo, são questões com maior prioridade. "A reciclagem deveria ser a última etapa realizada em desenvolvimentos sustentáveis", diz Rosely Imbernon, da USP. "A escolha de produtos com menor impacto ambiental e de tecnologias mais limpas deve ser o primeiro passo." Em resumo, quem acha que vive de forma sustentável apenas porque está separando o lixo para a reciclagem precisa pensar melhor no assunto.

5. Custa muito caro
Esse é o mito dos mitos. A impressão de que ser sustentável sai caro está associada ao fato de que existe um custo inicial na implantação de tecnologias limpas. De fato, quando se tem um sistema insustentável - a fábrica poluente, o transporte a diesel, lâmpadas incandescentes ou um carrão gastador na garagem -, não há como escapar de despesas na troca por tecnologia mais sustentável. Quase sempre o investimento é fartamente recompensado pela economia que se fará no futuro. Algumas vezes nem é necessário gastar com nova tecnologia, mas apenas modificar processos rotineiros. Anthony Cortese dá uma exemplo: "A Interface, a maior fabricante mundial de carpetes, economizou 400 milhões de dólares nos últimos dez anos somente por reduzir o desperdício de matéria-prima utilizada na produção".

6. Significa reduzir o padrão de vida
Não é verdade. Ou, pelo menos, não toda a verdade. Durante muito tempo, a sustentabilidade foi encarada como uma crítica ao alto padrão de vida dos habitantes dos países ricos. O conceito de sustentabilidade não é um clamor por uma vida menos confortável, mas, sim, uma reflexão sobre o consumo excessivo. Basicamente, é uma proposta de fazer mais com menos. "Não é preciso deixar de viver bem, mas mudar o conceito do que é uma vida boa", disse a VEJA Mark Lee, diretor da Sustainability, consultoria com sede em Londres. "Pequenas substituições podem ter resultados extraordinários."

7. Depende dos consumidores e militantes, não do governo
A escolha do consumidor e dos movimentos organizados é necessária e produtiva, mas não é suficiente para promover grandes mudanças. Só o governo tem o poder e os recursos para fazer diferença real. Pode, por exemplo, usar a tributação para coibir a emissão de gases do efeito estufa. Também pode criar padrões para veículos mais eficientes no uso de combustíveis. Um ponto controverso diz respeito a deixar ou não a questão da sustentabilidade a cargo da livre iniciativa. Pode-se esperar que os preços subam naturalmente à medida que os recursos naturais fiquem escassos, reduzindo-se assim o consumo. O problema, no entender de Anthony Cortese, é que o preço da maioria dos produtos não inclui o verdadeiro valor dos serviços que o planeta nos presta com seu ecossistema. Caberia ao governo informar à sociedade o valor real dos impactos externos de cada item. Dessa forma, a indústria se veria obrigada a procurar soluções mais eficientes e responsáveis para não ficar fora do mercado. "Temos um falso senso de segurançaquanto aos impactos que causamos no dia a dia; por isso precisamos saber o preço real das coisas para refletir sobre a verdadeira causa", diz.

8. Novas tecnologias são a solução
Nem sempre criar novas tecnologias é a solução para a dilapidação dos recursos naturais. Às vezes, reinventar uma metodologia ou um sistema já existente atende perfeitamente aos desafios da sustentabilidade. "Muitas pessoas pensam na melhoria do carro, mas poucas pensam em mobilidade urbana", diz Maria Raquel Grassi, coordenadora do núcleo Petrobras de sustentabilidade da Fundação Dom Cabral. "Sem os engarrafamentos, reduziríamos o gasto de combustível."

9. O cerne do problema é a superpopulação
Não é exatamente um mito, mas uma falsa questão. Todo o problema ambiental é, em última análise, populacional. Se a população total do planeta fosse reduzida a 190 milhões de pessoas - um Brasil, portanto -, teríamos espaço de sobra para depositar nosso lixo bem longe de casa. Mas isso não vai acontecer. Como já está bem demonstrado, a melhor forma de conter o aumento da população é promover a educação e a melhoria das condições de vida. Como a vida melhorou em boa parte do mundo, a ONU já foi forçada a rever suas projeções de crescimento populacional: o número de pessoas na Terra deve se estabilizar em torno de 9 bilhões em 2050. É muita gente, visto que hoje, com 6,8 bilhões de habitantes, já estamos gastando recursos naturais acima da capacidade de reposição do planeta. Mas há como contornar o problema. A China, com 1,3 bilhão de habitantes, é o maior produtor de gases de efeito estufa no mundo. Mas as emissões per capita correspondem a apenas 30% das dos Estados Unidos, que têm 310 milhões de habitantes."A culpa não é só do tamanho da população, mas também da integração do crescimento populacional com os hábitos de consumo da sociedade", diz Anthony Cortese. "Se o mundo inteiro consumisse como os Estados Unidos, precisaríamos de quatro planetas", explica.

10. É fácil viver de forma sustentável
Nem sempre uma atitude sustentável é suficiente para colaborar com o planeta. Não que seja inútil, mas o conceito de sustentabilidade está ligado a atitudes que consideram resultados de longo prazo. "Na hora de tomar uma decisão para um negócio, vale imaginar todos os impactos possíveis no futuro, ambientais, sociais e econômicos", diz Maria Raquel Grassi. Antes de desenvolver uma prática que aparenta ser a solução de todos os problemas, é preciso olhar para todos os lados e ter certeza de que ela não causará outros tipos de impacto. Um exemplo: a derrubada de uma floresta para plantar cana para a produção de etanol. O uso do combustível alternativo seria benéfico no que diz respeito à emissão de gases do efeito estufa. Mas a derrubada da mata, por sua vez, encheria a atmosfera com mais dióxido de carbono. "Entender o conceito é um grande passo, mas os resultados só são percebidos depois que o ciclo se completa sem passar por nenhum problema", explica Mark Lee.

Contemplados pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Quando se desprendem as partes? Por que se desprendem as partes? A fim de que se desprendem as partes?

Quando nos sistemas vivos reúne-se certo estoque de informação criando relações, nos parece que o desprendimento é o dispositivo principal rumo a conquista e prática de sua autonomia.

Consistindo em discutir e trazer a tona a idéia de conquista de autonomia em sistemas vivos a obra "Quando se desprendem as partes" questiona sobre a fatal naturalidade do desprendimento das partes face a seu amadurecimento, indaga sobre o desprendimento não natural, sobre o aborto das partes, sobre a impossibilidade de desprendimento de partes e suspende perguntas em torno de questões como prática da autonomia, manipulação, mecanismos de controle e permanência.

O prêmio que recebemos possibilitará a ampliação do alcance do conhecimento que estamos produzindo e que a pesquisa circule pelo Brasil a fora num rico e delicioso processo de interação contaminatória.

Grupos de Estudos

quinta-feira, 12 de agosto de 2010





Aproveitamos as férias para fazermos Grupos de Estudos propostos pela Lidi, com textos trazidos do curso que ela faz na Unifesp. Foram três dias de encontro, cheios de discussões, almoço, trocas, e muitas novas ideias. É sempre muito bom poder conhecer um pouco mais sobre o que o outro faz, estuda, pensa...