Lala Deheinzelin em Votorantim
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Reflexões sobre nossa economia pouco criativa.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Sustentabilidade e economia criativa como estratégias de futuro.
Para quem presta atenção nas mudanças e tendências mundiais, já deve ter se dado conta de como as matérias intangíveis tem se tornado central nos negócios em todo o mundo. Para provar essa realidade não se faz necessário muito esforço, uma vez que pesquisas internacionais mostram a natureza dos produtos mais caros do planeta.
Para quem chutou o Google como líder no ranking mundial e em posição número um sendo o produto mais caro do planeta, acertou. Ele é o produto mais caro do mundo e o mais intangível também.
Ou seja, está absolutamente claro que a matéria prima mais valiosa e que o futuro dependerá mais, é a criatividade.
Criatividade é um bom ponto de partida para tratar de sustentabilidade, pois matéria intangível, elástica, e abundante como no caso da criatividade é fundamentalmente sustentável.
Criatividade é infinita, tem início, mas não tem fim.
Esse contexto delineado pela nossa história evolutiva se tornou o grande motor do século XXI, porém nossas lideranças políticas pouco conhecem e tocam no assunto. Problema grave a enfrentar! No entanto é de extrema importância olhar para as empresas que chegam ao mercado trazendo inovação e tendo como fonte de riqueza e matéria prima principal a criatividade. Algumas empresas são tão conscientes que trabalham com essa economia criativa que o próprio termo se torna nome e identificação das mais ousadas e inovadoras, em Sorocaba interior de SP, por exemplo, há um núcleo de consultoria estética para web designe empresarial chamada TroiK Criativa.
Ou seja, se o criativo já é nome de empresa, não há como negar que o futuro sempre foi e sempre será delineado por quem trabalha com criação.
Segundo a ONU a economia criativa já é responsável por 10% do PIB mundial. A UNCTAD divulgou que entre 2000 e 2005 que os produtos e serviços criativos mundiais cresceram a uma taxa média anual de 8,7%, o que significa duas vezes mais que manufaturas e quatro vezes mais que indústria.
Temos então emergindo no cenário mundial um setor monstro chamado: Indústria Criativa. E a grande sacada e a boa notícia é que este setor pode ser a grande salvação das crises financistas, ecológicas, e capitalistas, pois o setor nasce de natureza e essência sustentável, sua matéria prima é a criatividade, algo abundante, intangível e infinito.
Os maiores representantes desse setor criativo e sustentável são os artistas e criadores como: web designers, artista gráficos e o setor publicitário que por sua vez necessitam de mais designers e artistas criadores, ou seja, estamos falando de um mercado- compêndio, que emerge de maneira extremamente forte e carrega características sustentáveis, o que parece ser a bola da vez e a necessidade número um do planeta.
Bem, fazendo um panorama do cenário mercadológico, econômico, e sustentável, podemos afirmar que os profissionais do futuro são os que têm seu foco principal na criatividade, já as empresas que trabalham com tangíveis, recursos concretos e finitos estão com seus dias contados, pois trabalham num nível predatório e na direção da escassez. As mineradoras e petrolíferas, por exemplo, podem até estar dominando o mercado, mas a pergunta que se faz necessário é: Até quando?
Essas gigantes que representam a maior fatia do PIB de um país, também representam a maior fatia das políticas de gestão capitalista, competitivas, predatórias, exploratórias e insustentáveis.
O mundo líquido da criação está ganhando o mundo, Google, Orkut, Facebook, Youtube, produtos milionários que dependeram só de uma crise criativa e por isso são sustentáveis e abundantes.
Hoje mais de 70% da corporação Coca-Cola está em designe, publicidade e atributos intangíveis agregados a marca, pois bem, o que avistamos no horizonte longínquo onde nos aventuramos a navegar, é só a ponta do iceberg, se nos habilitarmos a mergulhar, descobriremos uma grande e forte base sustentadora que está ainda submersa na mentalidade pouco criativa da maioria esmagadora que torna insustentável nosso planeta.
Prestemos atenção e banqueteemo-nos na lógica troikaniana de agir, 3 cavaleiros, 3 elementos e 3 possibilidades. 1,2,3... Tripé que sustenta a continuidade que chamamos de futuro.
por Thiago Alixandre.
Co-fundador do Coletivo O¹², bailarino e pesquisador com foco em economia criativa, autonomia em sistemas vivos e sustentabilidade.
Informação adicional:
No primeiro semestre de 2010 fui bolsista convidado por Lala Deheinzelin para o primeiro curso de economia criativa no Brasil, lecionado por ela e por George Yúdice. Lala é assessora internacional da ONU no campo de economia criativa e George Phd pela Miami University com foco em economia da cultura, nessa oportunidade pude me aprofundar nos meus estudos e pesquisas sobre economia e estratégias sustentáveis, e pra quem não conhece o assunto vale a pena buscar informações sobre esses dois nomes citados, pois são referências mundiais nesse campo de conhecimento .
Movimento Crie Futuros
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Nesta plataforma desenvolvida por Lala Deheinzelin é possível exercitar a criação de futuros desejáveis e wikizar os futuros já postados.
Nesse exercício podemos nos habilitar a fazer o que se mostra mais que importante, criar e tornar real nossos desejos e futuros.
Divirtam-se!
Programação Especial
domingo, 4 de julho de 2010
No fim da noite mostraremos trecho de dois trabalhos do Coletivo o12 e teremos um bate papo com o público sobre nossa dança, a economia dela, e sobre os modelos que estamos apostando.
Estudos sobre economia, autonomia e nossos futuros...
quinta-feira, 24 de junho de 2010
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No ultimo Sábado e Domingo o Coletivo o12 se reuniu para continuar seus estudos sobre economia, sustentabilidade, autonomia e as ações que tem desenvolvido.
A diferença desta vez é que o encontro gerou muita reflexão e o mais genial, idéias práticas!
O o12 tem se dedicado a experimentar outros modelos de captação de recursos e tem desenvolvido idéias para captar recursos de modo que isso esboce nossa autonomia econômica.
Tem ficado cada vez mais claro que é necessário se inventar outros modelos políticos, principalmente ao que se refere a sustentabilidade e economia da cultura, é isso que estamos fazendo, estamos engajados em inventar modelos outros de suporte e permanência.
Estamos nos dedicando a criar novas políticas de economia.
Políticas criativas, associadas as idéias de desenvolvimento sustentável, economia criativa, economia solidária, ativação de redes colaborativas, de modos operantes pautados na cooperação e desenvolvidos na lógica da abundância e não da escassez que é próprio da natureza das matérias tangíveis e que se finda por seus processos competitivos o que nada tem a ver conosco.
Por entender que matéria tangível, concreta e palpável nada tem a ver com os processos criativos desenvolvidos por nós e nossa dança, estamos neste momento entendendo que só é possível permanecer se criarmos maneiras outras de mensurar e medir aquilo que produzimos.
E de uma coisa sabemos, é hora de mudar o rumo, pois parece óbvio mas não é ...
"Se não mudarmos de direção, chegaremos onde estamos indo".
"provérbio chinês"
EXERCÍCIOS E REFLEXÕES
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DESCONTRAÇÕES
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BREAK
AGRADECIMENTOS ESPECIAIS AO LUCAS QUE CUIDOU DO CATERING BOTANDO EM PRÁTICA O QUE TEM APRENDIDO NO CURSO DE GASTRONOMIA DA UNIVERSIDADE.
E A MARI QUE SE ENCARREGOU DE REGISTRAR NOSSO ENCONTRO, PRATICANDO TAMBEM O QUE TEM APRENDIDO NO CURSO DE CINEMA QUE FAZ NA FACUL. 

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