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Dança na Pedreira - 2ª Edição

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Encerrando as atividades da semana de comemoração de 5 anos do Coletivo O¹², temos o enorme privilégio de compartilhar a modesta versão da segunda edição do projeto "Dança na Pedreira" que este ano aconteceu com menos condições estruturais, contudo sucedeu de maneira ainda mais simbólica.

Sempre imensamente gratos a Prefeitura Municipal de Votorantim que abriga nossos parceiros que fazem das nossas ideias realizações possíveis, como a SEMA (Secretaria de Meio Ambiente), SESP (Secretaria de Serviços Públicos), nossa mais recente e importante parceira, SEC (Secretaria de Cultura) e ainda a participação da Secretaria de Obras nesse evento.



Limpeza da Pedreira realizada pela SESP a pedido da Secretaria de Meio Ambiente:




 Piquenique comunitário com convidados especiais e vizinhos da pedreira:











                              Entre pedras e cordas, crianças e adultos: o prazer do convívio.







                                          Instantes onde a alegria polio o brilho das pedras.

                                  
Ensaio aberto da nova obra do Coletivo O¹²:


























 Exibição do video dança "Quanto se dependem as partes":




Registro: Mari Mendes

COLETIVO O12 NA TV GLOBO!!!

sábado, 24 de março de 2012






Clique aqui e assista o programa Revista de Sábado da TV GLOBO com o Coletivo O¹².

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NOTÍCIA

terça-feira, 20 de março de 2012

Público lota pedreira para assistir Focus

Folha de Votorantim
Matheus Casagrande
 
 
Noite de sexta foi uma verdadeira festa da boa música, com apresentações revigorantes das bandas Imagery e Focus
 
 
Muitas pessoas tiveram dificuldade de encontrar a tal pedreira abandonada do Jardim Icatu para ver a apresentação da banda Focus na última sexta-feira (16). Nos arredores da avenida São João, era possível ver as pessoas caminhando com passos incertos, como quem procuravam por um local que não conheciam.
“Mas onde fica essa pedreira?”, dizia um em um grupo que, sem saber, estava na direção certa. Outros, mais espertos, seguiam o bando que ia mais a frente, pois seus integrantes caminhavam visivelmente seguros e cientes de onde estavam.
Um carro para. Um dos ocupantes pergunta: “onde vai ter o show de rock?” Não adiantou citar a bica d’água, localizada no mesmo terreno, abaixo da entrada.
No entanto, é possível apostar que tudo valeu a pena para quem se atreveu a ir. Na verdade, a dificuldade em achar a pedreira pode ter sido um aperitivo do que acabou sendo aquela noite. Tento, em vão, me imaginar na condição de quem viu aquele lugar pela primeira vez. Deve ter sido maravilhoso conhecer a pedreira naquela ocasião, em que foi celebrada uma grande festa da música, e o que é melhor, música boa e estimulante.
A minoria que chegou ainda em tempo de ver a Imagery, de Londrina, banda que abriu para o Focus, teve outra boa surpresa. Os paranaenses fizeram um som coeso, encorpado e pesado.
Em pouco tempo, o público já tinha se familiarizado com o local. Ao mesmo tempo que muita gente ainda chegava, outros saíam e circulavam pelo bairro, atrás de cerveja. Mais carros rodavam pela região. Vagas para estacionar, só mesmo a um ou dois quarteirões. O Jardim Icatu tinha outra cara, talvez inédita.
A principal atração da noite apareceu por ali perto das 21h. Enquanto andavam pela lateral da área destinada ao público, Thijs van Leer, Pierre van der Linden, Menno Gootjes e Bobby Jacobs (os dois primeiros da formação original) foram aplaudidos e ovacionados.
Quando o Focus começou a tocar, por volta de 21h30, o local já estava lotado. Antes vazio e destinado apenas à pequena fauna local (composta de aves, insetos e alguns lagartos), ao mato que cresce desordenadamente e a eventuais desovas de lixo e entulho, o grande buraco do Jardim Icatu ficou tomado pelo grande palco e os expectadores.
Na “plateia”, o público era heterogêneo. Muitos coroas, claro, atraídos por aquela que foi uma das bandas que embalou a juventude dos anos hippies, ao lado dos jovens rock n’ roll de hoje. Em alguns casos, famílias inteiras, com pai, mãe e filhos. É difícil prever se alguém dos mais novos conhecia pelo menos o nome da banda, mas não causaria surpresa se o Focus já estivesse no mp3 player de uma porção deles. Na verdade, isso foi o menos importante: todo o público curtiu o som de corpo, mente e alma abertos.

O show
Uma banda de rock progressivo comemorando 40 anos de lançamento de seu principal álbum, “Moving Waves”. Essas informações bastam para deixar qualquer um receoso de encarar um show “viajado” demais. Quem foi à pedreira abandonada do Jardim Icatu com essa ideia na cabeça teve mais uma bela surpresa.
O som poderoso do Focus é capaz de transportar mentes. Esse potencial só aumentou naquele local, um verdadeiro buraco em meio à cidade, com grande capacidade acústica.
“Muito obrigado. Sabe o que vocês fizeram? Fizeram nos sentir em casa”, disse o organista e flautista (e algumas vezes vocalista) Thijs van Leer, que completa 64 anos de idade no próximo dia 31, antes de tocar a última música de uma noite que acabou muito cedo, apesar do horário.

Um novo local
Abandonado há décadas, depois de servir para a extração de calcário, a pedreira abandonada do Jardim Icatu passou a chamar a atenção da sociedade – especialmente do governo municipal – a partir de novembro de 2011, quando o Coletivo O¹² apresentou, com realização do Sesc Sorocaba e parceria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o “Dança na Pedreira”, uma programação cultural de dois dias (24 e 26 de novembro) composta por apresentações artísticas, debates e workshops.
Grupo de dança contemporânea votorantinense, o Coletivo O¹² escolheu a pedreira abandonada para seu evento a partir de noções de economia criativa, área a que o grupo se dedica a estudar e praticar e que tem como um dos motes justamente dar nova utilidade àquilo que aparenta não ter valor. Essa grande reflexão política, aliada à inspiração de artista, foi capaz de convencer o Sesc Sorocaba a abraçar a ideia e ali realizar o “Dança na Pedreira”.
Semanas depois, o O¹² promoveu um piquenique comunitário no local, no domingo do dia 18 de dezembro. O objetivo do grupo com essas ações era justamente chamar as atenções da sociedade para o local, tão fértil quando abandonado.

Pedras, afetos e música...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011


Para encerrar as atividades de 2011, o Coletivo O¹² realizou um piquenique comunitário. A princípio a ideia era celebrar o convívio, a cidadania, a ampliação das atividades entre o corpo e a cidade, as histórias da pedreira e suas infinitas possibilidades de acolhimento, mas foi além disso.

Não fomos capazes de antever a poesia que estava dormindo embaixo das pedras... A "Predreira" se revelou um ambiente extremamente propício para as atividades que cuidam dos afetos.

Coisas imprescindíveis para a vida se elaborou na nossa tarde dominical - amar, sorrir, correr, deitar, se emocionar, fazer novos amigos, etc.

Somos muito gratos a todos que estiveram presentes validando nossas realizações artísticas e afetivas com nossa Votorantim.

Agradecemos ainda ao céu que desabou durante a tarde e se reergueu para contemplar de azul nosso piquenique.

Obrigado a todos os otimistas incuráveis de plantão e aos amigos que fizeram do nosso ano de 2011 tão especial e cheio de novas possibilidades, parcerias, descobertas, surpresas e realizações tão plenas. 

Uma lona, uma idéia e a alegria do compartilhamento...




O céu de Votorantim é o mais lindo do mundo, as pipas das crianças do piquenique voaram de maneira orgulhosa...

   Quando se deitar se tornou um ato público de amor... a cidade fez dormir as precariedades privadas...


quando o corpo encontra novas condições de relacionamento com o ambiente, nossa vida se qualifica...




    fazendo mil e uma inutilezas...


   Pintando futuros desejáveis para a "Pedreira"...



                              
    Esta ainda não era a nossa intervenção surpresa, foi um bonus...



Comunidade, vizinhos, comidinhas, almofadinhas, lençóis, convívio, sonhos, afetos, alegrias, dia lindo!



                                                                
    Mais criadores de futuros...


Nosso piquenique incendiado com um perfume de inteligênia sobre as pedras... (obrigado pela presença Ana Carla Fonseca)


Pra viver é preciso deitar no chão, olhar pro céu... assim já tinha dito Fabiana Dultra Britto na mesma Pedreira ...


                  
Esse é um depoimento de alegria, alguns animais sentem, outros, o que é uma pena, não.


              
  A Banda Marcial de Votorantim, surpreendendo e emocionando a todos como sempre...




    música, pedras, afetos, cores, sorrisos, mistura entorpecente...













A arte da Banda passou como o vento na tarde, oxigenou com poesia a casa das pedras...



Mais um motivo para celebrar. Os sorrisos são para a AVA (associação vuturaty ambiental), mais uma associação de ambientalistas de Votoratim.

                                                                                     
Com a palavra nosso presidente Porthos Raposo...




O Coletivo O¹² entra de férias e logo logo mandaremos mais notícias... aguardem!

beijinhos muito, muito realizados e cheios de futuros desejáveis para todos em 2012. 

Coletivo O¹² (Preta Ribeiro, Tati Almeida e Thiago Alixandre)                   
          
                                                                                                          Fotos: Larissa Ferreira