Programação "Dança na Pedreira"
sábado, 12 de novembro de 2011
Em Florianópolis
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Coletivo O¹² no Dancon 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Programação
09h às 12h – Workshop com Vanilton Lakka – Mercado Cultural da Dança
Escola de Dança Juliana Mesquita
Galeria Monhangara
Studio Electro
18 de setembro . GV
09h às 12h – Workshop com Fafá Daltro (Escola de Dança da UFBA) e Edu O. (Grupo X de Improvisação em Dança) – Dança e Educação
Escola de Dança Juliana Mesquita
14h às 16h – Conversa Pública com Fafá Daltro (Escola de Dança da UFBA) e Edu O. (Grupo X de Improvisação em Dança)
Galeria Monhangara
20h – Judite quer chorar, mas não consegue (Edu O./Grupo X de Improvisação em Dança)
Praça dos Pioneiros
19 de setembro . GV
09h às 12h – Workshop com Danilo Bracchi (Companhia de Investigação Cênica) – Dança e Interfaces
Galeria Monhangara
14h às 16h – Conversa Pública com Wenderson Godoi (Hibridus) e Vanilton Lakka – O Mercado Cultural de Dança
Galeria Monhangara
20h – De…va…gar: Últimos Capítulos da Cultura Nacional (Vanilton Lakka)
Praça dos Pioneiros
20 de setembro . GV
14h às 16h – Conversa Pública com Clênio Magalhães – Dancon: Liga Cultural de Dança e seus ecos
Galeria Monhangara
18h – Travessia (Hibridus)
Praça dos Pioneiros
20h – Depois de Revelada, nada mais muda (Companhia de Investigação Cênica)
Praça dos Pioneiros
23 de setembro . BH
11h – Euphorico: Je t’aime (Artmacadam e Grupo X de Improvisação em Dança)
Restaurante Popular do Barreiro
15h às 17h – Conversa Pública com Artmacadam
Espaço 104
20h – Euphorico: Je t’aime (Artmacadam e Grupo X de Improvisação em Dança) – Improvisação e Criação
Espaço 104
24 de setembro . BH
09h às 12h – Workshop com Artmacadam, Grupo X e Isabelle Dufau – Improvisação e Criação
Espaço 104
14h às 16h – Conversa Pública com Clênio Magalhães – Dancon: Liga Cultural de Dança e seus ecos
Espaço 104
21h – Camaleões: Festa Contemporânea (Clênio Magalhães)
Espaço 104
25 de setembro . BH
09h às 12h – Workshop com Vanilton Lakka – Mercado Cultural de Dança
09h às 12h – Workshop com Yiuki Doi – A percepção do ponto e suas reverberações no corpo
Espaço 104
14h às 16h – Lançamento do Caderno ENARTCi, com Wenderson Godoi
Espaço Cultural Café com Dança
18h – Travessia (Hibridus)
Praça Sete
20h – Landscape (Isabelle Dufau)
20h30 - Euphorico: Je t’aime (Artmacadam e Grupo X de Improvisação em Dança)
Espaço 104
26 de setembro . BH
09h às 12h – Workshop com Clênio Magalhães – Composição Coreográfica
Espaço 104
14h às 16h – Conversa Pública com Yiuki Doi (desCompanhia de Dança) e Vanilton Lakka – O Mercado Cultural da Dança
Espaço 104
Espaço 104
27 de setembro . BH
14h às 16h – Conversa Pública com Thiago Alixandre (Coletivo O¹²) – O Mercado Cultural da Dança
Espaço 104
20h – De…va…gar: Últimos capítulos da cultura nacional (Vanilton Lakka)
Espaço 104
21h – Vozes de Outono (Yiuki Doi – desCompanhia de Dança)
Espaço 104
"Quando se desprendem as partes " em Ipatinga!
sábado, 3 de setembro de 2011
ENARTCi 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
5/09
Estar aqui ou ali?
Kleber Lourenço
Horário: 16h
Local: Praça José Júlio da Costa – Centro
09/09
Três dias antes e três dias depois
Ditarso Companhia de Dança
Horário: 20h30
Local: Teatro do Centro Cultural Usiminas
10/09
Debate Políticas Públicas para a Dança
Horário: 16h
Local: Teatro Zélia Olguin
10/09
Entre o silêncio e a palavra
Meia Ponta Cia. De Dança
Horário: 20h30
Local: Teatro do Centro Cultural Usiminas
11/09
Quando se desprendem as partes
Coletivo O¹²
Horário: 20h30
Local: Teatro do Centro Cultural Usiminas
09/09
Oficina de Dança Contemporânea
Gabriela Christófaro
Horário: 14h
Local: Espaço Hibridus
10/09
Oficina de Dança Contemporânea
Gabriela Christófaro
Horário: 9h
Local: Teatro Zélia Olguin
11/09
Oficina de Dança Contemporânea
Gabriela Christófaro
Horário: 9h
Local: Teatro Zélia Olguin
ENARTCinho
08/09
Um Lugar que ainda não fui
Meia Ponta Cia. De Dança (BH)
Horário: 14h
Local: Teatro do Centro Cultural Usiminas
09/09
Espalha Geral
Denise Stutz
Horário: 9h
Local: Teatro Zélia Olguin
09/09
Oficina de Dança Contemporânea para Crianças
Meia Ponta Cia. De Dança
Horário: 14h
Local: Teatro Zélia Olguin
ensaios
sábado, 30 de julho de 2011
especial!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Opinião pública!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Crítica no Jornal Estado de Minas.
domingo, 29 de maio de 2011
Política poética
Quando se desprendem as partes, do coletivo paulista O12, chega a Belo Horizonte
Por Marcello Castilho Avellar
O coletivo O12, de Votorantim (SP), apresenta pela primeira vez em Belo Horizonte, domingo e segunda-feira, sua ação-espetáculo Quando se desprendem as partes. O fato, em si, é boa demonstração do quanto o mercado de dança em Minas vem sendo descentralizado: cidades como Uberlândia e Ipatinga já assistiram à obra em outras temporadas.
Quando se desprendem as partes é caso raro no panorama da dança brasileira, uma obra em que pesquisa do movimento e biografia do grupo que a realiza se misturam de tal modo que não podem ser separadas.
O O12 virou uma espécie de grupo favorito de boa parte dos que atuam na teoria e na prática da dança contemporânea no Brasil exatamente por coerências como a mencionada assim. Nasceu como dissidência de outro coletivo, o Quadra – Pessoas e Ideias, também de Votorantim. E a dissidência surgiu pelo sentimento, dos que deixavam o Quadra, de que não estavam praticando o suficiente o conceito que mais debatiam ali – autonomia.
A “independência” do O12 foi um manifesto de autonomia. E Quando se desprendem as partes é a versão cênica desse manifesto.
A palavra “autonomia” se tornou uma das varinhas-de-condão da arte contemporânea, principalmente na dança. Nem sempre, contudo, há coerência entre o discurso sobre ela, a forma como grupos e companhias que constróem esse discurso se organizam, ou as criações que dele resultam.
Quando se desprendem as partes é exceção, começando da estrutura geral (a coreografia se desenvolve a partir do conjunto, de um caos primordial em que os intérpretes quase parecem indiferenciados, rumo à descoberta da individualidade) é exemplo raro daquela coerência.
O melhor é que não é apenas esse valor político o mérito de Quando se desprendem as partes. Para propor aos espectadores um debate cênico sobre suas inquietações a respeito de modos de organizar, pensar, agir, os intérpretes do O12 construíram uma poética em que isso não é apenas tema ou conteúdo, mas forma.
Em cena, verificamos o resultado de uma investigação sobre liberdade e dependência entre corpos, entre partes de corpos, o choque entre grupo e indivíduo, vontade individual e ação coletiva.
Quando se desprendem as partes não é apenas espetáculo, mas discurso político em forma de dança, discurso e criação, felizmente, inseparáveis.
Quando se desprendem as partes
Ação-espetáculo do Coletivo O12, de Votorantim (SP), no Espaço Ambiente, Rua Grão Pará, 185, Santa Efigênia, domingo, às 20h. Ingressos: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Segunda-feira, às 11h, no Auditório da Reitoria da UFMG, câmpus Pampulha da UFMG, Avenida Antônio Carlos, 6.627, com entrada franca. Também na segunda-feira, às 14h, no Espaço Ambiente, haverá workshop com o grupo – inscrições gratuitas pelo e-mail workshop@coletivoo12.com.br.
Contemplados pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Quando se desprendem as partes? Por que se desprendem as partes? A fim de que se desprendem as partes?
Quando nos sistemas vivos reúne-se certo estoque de informação criando relações, nos parece que o desprendimento é o dispositivo principal rumo a conquista e prática de sua autonomia.
Consistindo em discutir e trazer a tona a idéia de conquista de autonomia em sistemas vivos a obra "Quando se desprendem as partes" questiona sobre a fatal naturalidade do desprendimento das partes face a seu amadurecimento, indaga sobre o desprendimento não natural, sobre o aborto das partes, sobre a impossibilidade de desprendimento de partes e suspende perguntas em torno de questões como prática da autonomia, manipulação, mecanismos de controle e permanência.
O prêmio que recebemos possibilitará a ampliação do alcance do conhecimento que estamos produzindo e que a pesquisa circule pelo Brasil a fora num rico e delicioso processo de interação contaminatória.
7x7 - Quando se desprendem as partes?
sexta-feira, 19 de março de 2010

Sheila Ribeiro convidou jovens artistas a escreverem suas visões sobre os trabalhos de outros artistas, que aconteceram na segunda edição do Festival Contemporâneo de Dança, que aconteceu em novembro de 2009, em São Paulo.
SEgundo Sheila, "O intuito foi o de criar uma ação sinérgica, instigando a análise crítica e sensível sobre a arte da dança por novos artistas que crescem dentro dela".
O primeiro texto foi sobre o trabalho da Sheila, escrito por Bruno Freire, em seguida Rafael Alvares por Mariah Polati, etc.
Confira agora o texto escrito por Laura Bruno, sobre o "Quando se desprendem as partes - Ação Espetáculo"
Coletivo o12 por Laura Bruno
O espectador entra para assistir ao espetáculo do Coletivo o12, de Votorantim, literalmente pisando em ovos. Várias cascas quebradas estão dispostas no chão da porta do teatro. Já no palco, cinco integrantes do Coletivo entram semi-nus, vestindo apenas underwear brancas, e deitam-se espalhados pelo espaço.
A primeira cena é emblemática em relação ao que virá. O sexto integrante do o12 entra e arrasta cada um dos demais intérpretes, inertes, pela boca, pela cabeça, ou pelos cabelos. Amontoa-os todos em um bolo de corpos humanos para, por fim, juntar-se a eles. Há uma situação que explicita violência, na qual um grupo é subjugado por um indivíduo em uma relação inequívoca de dominação. Desta condição inicial o ‘bolo de corpos humanos’ começa a se mover e, uma a uma, as partes se desprendem.
A partir daí, sucedem uma série de relações modelares entre as partes. Na primeira delas, três pares desenvolvem uma relação de dependência mútua, em um jogo de tensão e contrapeso entre os corpos que promove escape seguido por novo engate. Em seguida todos se separam e vestem diferentes combinações de peças brancas, como que vestindo uma personalidade sobre a base uniformizada. Novamente pares se formam e estabelecem uma relação desigual, na qual uma parte sobe nos ombros da outra tampando-lhe o rosto. A base reage movendo mãos, braços e pernas do outro corpo, que voltam a grudar no seu. Por fim, o parasita escorrega do hospedeiro e é por ele conduzido à autonomia, do chão até ficar de pé, passando pelo engatinhar.
Esta imagem de conquista da condição bípede repete-se mais adiante no espetáculo, em seu único solo. Neste, tal conquista acontece após uma série de movimentos contorcionistas, que revelam-se constitutivos do processo de individuação.
É na cena seguinte que se dá o ponto de virada de todo esse processo em direção à conquista de autonomia. As partes já se soltaram do ‘bolão’. Elas já experimentaram diferentes formas de relação entre si. Já se individualizaram. E agora elas se relacionam sem ingenuidade. Todos entram no palco criando breves relações de tensão na ocupação do espaço, como que disputando territórios. Encaram-se até que alguém desista e mude de lugar, estabelecendo novo território. A tensão se intensifica e as estratégias da disputa também. Multiplicam-se com a tomada do lugar do outro, não mais apenas pela intimidação do olhar, mas pelo seu deslocamento. Este se dá com violência, com uma parte movendo a outra pelo pescoço ou pelo rosto, ou ainda carregando-a e arremessando-a em outro lugar.
Se as partes se soltam (do bolão) já no início, é só então que elas realmente se desprendem. No momento em que se colocam como agentes da disputa por poder, tão capazes de promover como sofrer violência; num jogo de alternância constante dos papeis de dominante e dominado. A conquista de autonomia se dá juntamente com a aquisição da capacidade de assumir a responsabilidade pelos papeis desempenhados em cada relação. Do ponto de vista do desenvolvimento individual, autonomia pode ser quase sinônimo de maturidade; esta capacidade de estar no mundo sem necessidade de tutela, de se desprender das condições de origem para gerenciar a própria vida.
É inevitável relacionar a metáfora da autonomia apresentada no espetáculo à própria biografia do o12. Os integrantes do Coletivo são dissidentes do Quadra Pessoas e Ideias, também de Votorantim, do qual se desvincularam em fevereiro de 2008. Ao se desprenderem daquele ‘bolão’ criaram o o12, propondo-se a construir um espaço onde, segundo suas próprias palavras, “as resoluções de um coletivo sejam, de fato, decididas e assumidas por cada um do coletivo” (clique aqui para ler mais sobre o assunto). A ideia de co-dependência entre as partes com alternância de responsabilidades está expressa no único dueto solo do espetáculo. Nesta cena, um único par estabelece uma relação entre um corpo suporte e um corpo suportado na qual trocas velozes de posição subvertem constantemente estes papeis.
Quando se desprendem as partes é o primeiro espetáculo do o12 e acaba sendo também uma espécie de ritualização do seu próprio processo de conquista de autonomia. Como espetáculo inaugural de um grupo formado por artistas muito jovens – têm, em média, cerca de 20 anos – funciona muito bem sendo auto-referente e autobiográfico.
As partes no coletivo
A autonomia financeira é também uma meta do o12. O Coletivo nasceu com 12 integrantes e hoje conta com a metade. Esta baixa se deu principalmente pela dificuldade de sobreviver de dança. Cerca de um ano após a sua criação o o12 criou a Associação dos Amigos do o12 – AAo12 – uma organização jurídica com fim de arrecadar dinheiro para garantir a subsistência e continuidade do grupo. Os associados contribuem com valores entre R$ 5 e R$ 100, e são informados, semestralmente, sobre as atividades do grupo. Esta forma criativa de sustentabilidade da produção artística é a materialização de reflexões acerca das relações entre arte, consumo e sociedade. Mas, se a maturidade de assumir a responsabilidade pelos papeis que desempenhamos no mundo dá capacidade de gerenciar a própria vida, a conquista da autonomia do ponto de vista financeiro é mais complexa. Envolve questões sócio-político-econômicas que extrapolam os processos de desenvolvimento individual; como a inexistência de políticas públicas para a dança e um mercado cultural incipiente.
O encaminhamento destas questões a médio e longo prazo será um fator decisivo para a manutenção de projetos como o Coletivo o12. Eles são – eu já mencionei? –muito jovens e têm o combustível necessário para apostar e investir nas ideias em que acreditam. Mas é bastante grave para a sociedade um contexto em que a sobrevivência da dança esteja condicionada apenas à capacidade criativa de iniciativas dos próprios artistas. A cena final do espetáculo ilustra bem este cenário: todos os integrantes estão sentados à frente de imensos cálices d’água, na boca de cena, e mergulham a cabeça neles. Cada um se levanta e mergulha novamente conforme a própria necessidade de respirar; compondo uma sinfonia de respirações, sons, feições e gestos ofegantes. São partes que co-habitam o mesmo ambiente e são afetadas pela precariedade das mesmas condições. Esta sinfonia de auto-afogamento coletivo é uma excelente metáfora do que padecem arte e sociedade.
NOTA: Para mais informações sobre o Coletivo o12 e a Associação dos Amigos do o12 (AAo12) ver: http://odoze.blogspot.com / o.doze@hotmail.com
Laura Bruno é co-idealizadora e performer do Projeto DR, pesquisadora do núcleo Tríade e mestranda em artes cênicas pela ECA / USP.
Leia todos os textos no site Idança
dia 26/02!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010





Quando se desprendem as partes - Ação Espetáculo
Dia 26 de fevereiro, as 10h30 e as 20h no Teatro Manoel Lyra (Rua João XXIII, nº61), em Santa Barbara D'Oeste.
Entrada Franca!
Fotos de Jônia Guimarães no Festival Contemporâneo de Dança de 2009.
Quer conhecer mais sobre o trabalho dela? Corpo na Foto
PROVOCARE TV
quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O PROVOCARE TV traz integrantes do Coletivo de Dança o12
Nesta semana, o PROVOCARE TV recebe em seus estúdios, no Transamérica Flats the First, os integrantes do Coletivo O12 de Votorantim, Preta Ribeiro e Thiago Alixandre. Eles falam sobre o conceito de autonomia que utilizam como norte dos trabalhos que realizam.
O Coletivo O12 defende que a autonomia não deve ser confundida com independência e conquista de liberdade. “Pelo contrário, para quem parte do ponto de vista evolutivo, autonomia se refere a uma capacidade que se desenvolve quando se consegue reunir um certo estoque de informação que habilita a exploração com eficiência do ambiente onde vive. Quando se consegue transitar pelo ambiente, viver e sobreviver nele, conquistou-se a autonomia”, dizem.
Por meio desta discussão nasceu o Coletivo O12, há quase dois anos. Formado inicialmente por 12 pessoas, hoje conta com o trabalho de seis: Rafael Bricoli, Lidi Domingues, Tati Almeida, Ariane Sampaio, Thiago Alixandre e Preta Ribeiro. O grupo faz a produção de ações e reflexões culturais, pesquisas e trabalhos em grupo.
No programa, os entrevistados discutem toda essa comunicação através do corpo e promovem a reflexão por meio da experiência artística. Também falam sobre a dificuldade de se manter trabalhando exclusivamente com arte. Além disso, eles explicam todo o processo de criação, produção e execução relacionados à proposta.
Nesta edição do PROVOCARE TV serão exibidos alguns trechos do espetáculo “Quando se desprendem as partes”, realizado pelo coletivo, com estréia nacional prevista para este final de semana em São Paulo, além de vídeos produzidos por eles.
A exibição será pela TV COM (Canal 7 – NET- Sorocaba). Vai ao ar nesta quinta-feira (12/11), às 22h30, com as seguintes reprises: sexta-feira às 9h30, sábado às 14h, terça-feira às 13h30 e quarta-feira às 17h30. Também é exibido pela “TVVotorantim” (Canal10 - Supermídia –Votorantim) às 18h.
O programa tem a direção de Werinton Kermes, apresentação de Míriam Cris Carlos, produção de Luciana Lopez, assistência de produção de Samira Galli, imagens de Jorge Silva e Luciano Leme da Costa, com estágio de Marcela Rodrigues e edição de imagens de Flávia Karam.
Exibições:
PROVOCARE TV na TV COM
quinta-feira - 22h30
reprises:
sexta-feira - 9h30
sábado - 14h
terça-feira - 13h30
quarta-feira -17h30
Acesse:
http://provocaretv.blogspot.com/
Quando de desprendem as partes - Ação Espetáculo
quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Quinta, dia 12 de novembro:
18h30: “Danse Nord” e “Yes we can ? - !” – Taoufiq Izeddiou (Marraquexe)
20h: “Um corpo que não aguenta mais” – Marta Soares (São Paulo)
Sexta, dia 13 de novembro:
18h30: “Danse Nord” e “Yes we can ? - !” – Taoufiq Izeddiou (Marraquexe)
20h: “Quando se desprendem as partes – Ação Espetáculo” – Coletivo O12 (Votorantim)
Sábado, dia 14 de novembro:
16h: Encontro – O12
17h: Encontro – Taoufiq Izeddiou
18h: Encontro – Marta Soares
20h: “Mi madre y yo” – Sònia Gómez (Barcelona)
Domingo, dia 15 de novembro:
16h: “Teorema Demonstrativo”
20h: “Mi madre y yo” – Sònia Gómez (Barcelona)
de volta!
sábado, 7 de novembro de 2009
Thiago voltou do ENARTCi, Preta, Lidi e Tati voltaram de SP, onde estavam desde o dia 02 (após o Satyrianas) para participarem da oficina da Tamara Cubas, dentro da programação do Festival Contemporâneo de Dança.
Hoje a Rosa Hercoles esteve aqui novamente, pra acompanhar nosso ensaio, já que a estreia acontece sexta-feira no Festival. E como não poderia deixar de ser, além do ensaio, das conversas, do almoço e das inúmeras gargalhadas que damos juntos, a Rosa chegou quebrando tudo (literalmente, rsrs). Será que cortar a mão no vidro dá sorte? Bom, seja como for, agora está tudo bem e o assunto rendeu muito papo e risadas sem fim!
Logo posto aqui o flyer de divulgação do nosso trabalho no Festival...
Boa sorte pra gente nessa semana de ansiedade, ensaios e MUITA coisa pra conversar!
(correção do último post: a foto do flyer de divulgação do Quando se desprendem as partes - Ação Solo, que aconteceu na programação do ENARTCi foi feita por Marcos Ferreira, e não pelo Rogério Ortiz!)
Satyrianas 2009 e ENARTCi Emergência
quinta-feira, 29 de outubro de 2009


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Dia 02 de novembro as 18h30
Na Tenda Residência localizada na Praça Roosevelt São Paulo.
Dia 03 de Novembro as 20h
Link - Revista de sábado
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Ta aí a matéria do Coletivo o12 no Revista de Sábado!
(não tem como postar o vídeo diretamente, mas vale a pena clicar no link e assistir!)








