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Os 12 da foto
(Jorge de Albuquerque Vieira, Guilherme Santos, Lidi Domingues, Lucas Amorim, Tati Almeida, Ariane Sampaio, Thiago Alixandre, Douglas Pereira, Preta Ribeiro, Rafael Bricoli, Vera Almeida e Mari Mendes) |
Pra quem acompanha o trabalho do Coletivo O¹² já deve ter se dado conta dos processos que deram origem ao nascimento de nossas realizações artísticas e mesmo para os que acompanham de longe ou não acompanham, quando tomam contato com nossas produções artísticas pode conferir qual é o elemento que está sempre presente nas conversas que gostamos de propor ao mundo. Esse elemento/objeto que gostamos de estudar é a autonomia.
Um detalhe importante dessa nossa ância de falar desse assunto está atrelado ao fato de termos aprendido a repropor e entender de maneira sistemica essa autonomia a partir dos artigos do astrofísico e prof. Jorge de Albuquerque Vieira.
Esse mestre amante das estrelas nos ensinou a amar o conhecimento e por isso hoje estamos aqui compartilhando com todos, os do passado, os do presente e os do futuro a nossa realização profissional, política, artística, emocional...
O fato é que na última terça-feira tivemos o previlégio de ter uma tarde de conversa filosófica com o professor Jorge, contar como suas pesquisas nos orientaram e deram forma ao pensamento que hoje é norte do Coletivo O¹².
Mostramos dentro da programação do Encontros de Dança no TUCARENA a obra "Quando se desprendem as partes", e após o espetáculo o público e a gente foi lisonjeado pela análise ontológica do prof. Jorge sobre a nossa pesquisa artística.
Fica aqui agora registrado nessa postagem tão, tão informal um tributo a autonomia, as formas afetivas de elaborar coletividade, ao respeito mútuo, ao valor, ao hedonismo e ao amor.
Fica ainda a demonstração de vitória límbica, onde o prazer vence a agonia, onde só o amor constrói, onde com clareza abservamos a face demente das lideranças agônicas e lamentamos pela ridícula e mediocre forma de seu ser.
Desejamos que seja possível identificar na demonstração de nosso semblante ao sorrir, o desprezo que brota aos que amam a morte.
Viva Coletivo O¹²!
Sigamos amando a vida e sempre, sempre, levados pelo sopro leve e doce da biofilia.
Que o amor se elabore em todos os homens de corações insáciáveis.
Na plenitude de seu afeto, Coletivo O¹².