Clique aqui e confira a Entrevista de Thiago Alixandre para o jornal Diário do Aço, Ipatinga - MG.
ENARTCI 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Clique aqui e confira a Entrevista de Thiago Alixandre para o jornal Diário do Aço, Ipatinga - MG.
REPORTAGEM DA NET TV SOBRE O PROJETO "DANÇA NA PEDREIRA" - CONFIRAM!!!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Até que fim vai se tornando público esse pensamento...Viva pra nós militantes!!!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Cultura quer foco em economia criativa!!!
Inspirado em Barcelona e no Reino Unido, ministério estuda gerar núcleos criativos em áreas urbanas degradadas. Arquitetura, música, cinema e design vivem boom global e geram, no país, R$ 380 bi; o desafio é profissionalizar.
MARIANA BARBOSA FOLHA DE SÃO PAULO
A terceira maior indústria do mundo, atrás de petróleo e de armamentos, tem como principal insumo a criatividade.
Da moda ao design, passando por cinema e literatura e incluindo a produção de software, a chamada indústria criativa movimenta mais de R$ 380 bilhões no Brasil, segundo estimativa da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro). O setor ganha neste ano maior relevância institucional, com a criação, no Ministério da Cultura, da Secretaria da Economia Criativa.
O conceito vem dos anos 90: indústrias criativas são aquelas com potencial de geração de riqueza e emprego por meio da utilização de propriedade intelectual.
Do conceito surgiram experiências de cidades ou núcleos criativos, como forma de transformação de áreas degradadas e de desenvolvimento sustentável. Caso de Glasgow, que uniu todas as disciplinas em uma só escola no meio de uma área degradada e violenta. Por meio do envolvimento dos alunos designers, estilistas e artistas com a comunidade, a área foi recuperada.
A criação de núcleos e redes de cidades criativas é uma das prioridades da nova pasta, revelou à Folha a secretária de Economia Criativa, Cláudia Leitão.
Ela diz que quer se aproximar do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), órgão do próprio Ministério da Cultura, para estimular a geração de núcleos criativos. "Temos que promover uma ocupação de prédios históricos que seja inclusiva e que gere riqueza", diz Leitão, ex-secretária de Cultura do Ceará e professora da Universidade Federal do Ceará. "Temos muito o que aprender com as experiências de fora, da Austrália, de Barcelona."
Já o exemplo do que não fazer vem de Salvador. "A reforma do Pelourinho tinha enganos graves. Foi feita a partir de uma visão do turismo, de exclusão. Temos de incluir a população local." Outro exemplo de patrimônio com potencial de se transformar em cidade criativa é o centro de São Luís. "O Maranhão precisa tornar a diversidade um ativo para a sua economia. Precisa ir muito além do título de Patrimônio da Humanidade." Interessada no tema desde o início dos anos 2000, Leitão foi para Brisbane, na Austrália, estudar com os grandes pensadores da área. "Esse é um conceito novo, que precisa ser compreendido pela sociedade", diz Leitão. "Você tem ainda uma visão negativa, que nasce com a Escola de Frankfurt, com uma visão apocalíptica da indústria cultural." Segundo ela, o Brasil precisa empreender mais na área e exportar a diversidade cultural, do mamulengo ao software e à arquitetura.
"A criatividade é um insumo que não acaba e a economia criativa pode ser uma grande estratégia de desenvolvimento com distribuição de renda." O tema chega ao Brasil com atraso de 17 anos. Em 1994, a Austrália foi o primeiro país a apontar a necessidade de desenhar políticas públicas para estimular a economia movida a cultura e criatividade. Mas o termo indústria criativa só ganhou visibilidade internacional em 1997, quando o governo britânico do trabalhista Tony Blair criou a Força-Tarefa das Indústrias Criativas.
Um pouco mais de pensamento criativo!!!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
O anúncio do Ministério da Cultura de uma secretaria para cuidar do assunto é bem-vinda, mas é preciso correr atrás.
Na última sexta-feira (21/1), a ministra da Cultura Ana de Hollanda anunciou seu secretariado e surpreendeu com a nomeação de Claudia Leitão para a recém criada secretaria de Economia Criativa - atividades economicamente intangíveis, como design, artesanato, audiovisual, ou dança.
Claudia é Doutora em Sociologia pela Université de Paris V, professora do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Sociedade da Universidade Estadual do Ceará (UECE), onde lidera o Grupo de Pesquisa sobre Políticas Públicas e Indústrias Criativas. Foi Secretária da Cultura do Estado do Ceará no período de 2003 a 2006.
Mais que um currículo imponente, Claudia é muito competente, garante Lala Deheinzelin, especialista internacional em economia criativa, sustentabilidade e futuros. A notícia da criação de uma secretaria só para cuidar do assunto não poderia ser melhor.
"Mas estamos muito atrasados em relação ao mundo", diz ela, que já foi oito vezes à China como consultora de apoio do governo chinês para a inserção da indústria criativa na pauta econômica dos chineses.
Os primeiros países a trabalhar o conceito da economia criativa foram a Inglaterra e a Austrália, ainda na década de 1990. Mas a mensuração da atividade ainda ocorria com base na Velha Economia - como cadeias de negócios, por exemplo, quando na verdade faltam métricas para dimensionar o que não é palpável.
Hoje, dentro do conceito de desenvolvimento sustentável, explica Lala, não se pode desprezar a economia criativa como um ponto para o futuro.
Como vê a criação da Secretaria de Economia Criativa?
É muito importante, muito bem-vindo, mas estamos atrasadíssimos em relação ao assunto. A China, por exemplo, já incluiu no seu último plano quinquenal a Economia Criativa e a Economia Verde como pernas da atividade econômica. Nós ainda não temos processos e instrumentos claros de gestão. É como ter um hardware sem software e a Copa é um exemplo claro.
Vamos construir estádios (hardwares) mas quem vai gerenciá-los? Quem vai trabalhar para enchê-los (depois da Copa)? Quem vai treinar os motoristas de táxi? Esse intangível é o software que falta.
Temos que aprender com a China?
A grande diferença entre China e Brasil são as intenções. Nós não temos normas e procedimentos. Não temos estrutura jurídica, de processos. Por isso é uma maravilha ter essa secretaria, caso se dispuser a ser uma conectadora, para se linkar a outras áreas, outros ministérios.
É uma pena que não surja de cara como multiministerial. Deveria ter Ministério do Desenvolvimento e de Ciência e Tecnologia, juntos, entre outros. Na China, a responsável pela Economia Criativa é a mesma que coordena a Câmara do Comércio.
Estamos desperdiçando dinheiro por não cuidar da Economia Criativa no Brasil?
Não apenas. Muito dinheiro e muito desenvolvimento. Custo de emprego na economia criativa é muito menor do que em outros setores. O custo do emprego na área petroquímica é de US$ 210 mil, segundo dados globais de 2000. No segmento automobilístico, US$ 90 mil, em artesanato, US$ 75 mil dólares. Mas só o segmento petroquímico tem subsídio. De fato a atividade gera menos PIB mas mais qualidade de vida e emprego. Tem impacto social, cultural, econômico e ambiental.
É impressionante como não vemos quanto isso é estratégico. Isso por falta de réguas adequadas para medir a economia criativa. Não sabemos por exemplo, medir a dança enquanto atividade. Não é um setor. Intangível é multidimensional. Não dá pra medir litros com réguas.
Então como se mede economicamente a dança, por exemplo?
Com um pouco do bom senso, não sabemos medir a atividade, e a sua dimensão econômica. Mas como supomos que engloba todas as festas tradicionais - baladas, carnaval, fitness, festas populares em geral, é algo muito grande em termos de recursos. Barcelona, por exemplo, tem 25% da sua economia baseada em economia criativa.
Qual é o papel da economia criativa dentro do século 21?
É estratégico, porque são recursos que não se esgotam, mas se renovam e multiplicam com o uso. Brasil é incrível nesse ponto, não podemos marcar bobeira. Somos incríveis!
Reflexões sobre nossa economia pouco criativa.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Sustentabilidade e economia criativa como estratégias de futuro.
Para quem presta atenção nas mudanças e tendências mundiais, já deve ter se dado conta de como as matérias intangíveis tem se tornado central nos negócios em todo o mundo. Para provar essa realidade não se faz necessário muito esforço, uma vez que pesquisas internacionais mostram a natureza dos produtos mais caros do planeta.
Para quem chutou o Google como líder no ranking mundial e em posição número um sendo o produto mais caro do planeta, acertou. Ele é o produto mais caro do mundo e o mais intangível também.
Ou seja, está absolutamente claro que a matéria prima mais valiosa e que o futuro dependerá mais, é a criatividade.
Criatividade é um bom ponto de partida para tratar de sustentabilidade, pois matéria intangível, elástica, e abundante como no caso da criatividade é fundamentalmente sustentável.
Criatividade é infinita, tem início, mas não tem fim.
Esse contexto delineado pela nossa história evolutiva se tornou o grande motor do século XXI, porém nossas lideranças políticas pouco conhecem e tocam no assunto. Problema grave a enfrentar! No entanto é de extrema importância olhar para as empresas que chegam ao mercado trazendo inovação e tendo como fonte de riqueza e matéria prima principal a criatividade. Algumas empresas são tão conscientes que trabalham com essa economia criativa que o próprio termo se torna nome e identificação das mais ousadas e inovadoras, em Sorocaba interior de SP, por exemplo, há um núcleo de consultoria estética para web designe empresarial chamada TroiK Criativa.
Ou seja, se o criativo já é nome de empresa, não há como negar que o futuro sempre foi e sempre será delineado por quem trabalha com criação.
Segundo a ONU a economia criativa já é responsável por 10% do PIB mundial. A UNCTAD divulgou que entre 2000 e 2005 que os produtos e serviços criativos mundiais cresceram a uma taxa média anual de 8,7%, o que significa duas vezes mais que manufaturas e quatro vezes mais que indústria.
Temos então emergindo no cenário mundial um setor monstro chamado: Indústria Criativa. E a grande sacada e a boa notícia é que este setor pode ser a grande salvação das crises financistas, ecológicas, e capitalistas, pois o setor nasce de natureza e essência sustentável, sua matéria prima é a criatividade, algo abundante, intangível e infinito.
Os maiores representantes desse setor criativo e sustentável são os artistas e criadores como: web designers, artista gráficos e o setor publicitário que por sua vez necessitam de mais designers e artistas criadores, ou seja, estamos falando de um mercado- compêndio, que emerge de maneira extremamente forte e carrega características sustentáveis, o que parece ser a bola da vez e a necessidade número um do planeta.
Bem, fazendo um panorama do cenário mercadológico, econômico, e sustentável, podemos afirmar que os profissionais do futuro são os que têm seu foco principal na criatividade, já as empresas que trabalham com tangíveis, recursos concretos e finitos estão com seus dias contados, pois trabalham num nível predatório e na direção da escassez. As mineradoras e petrolíferas, por exemplo, podem até estar dominando o mercado, mas a pergunta que se faz necessário é: Até quando?
Essas gigantes que representam a maior fatia do PIB de um país, também representam a maior fatia das políticas de gestão capitalista, competitivas, predatórias, exploratórias e insustentáveis.
O mundo líquido da criação está ganhando o mundo, Google, Orkut, Facebook, Youtube, produtos milionários que dependeram só de uma crise criativa e por isso são sustentáveis e abundantes.
Hoje mais de 70% da corporação Coca-Cola está em designe, publicidade e atributos intangíveis agregados a marca, pois bem, o que avistamos no horizonte longínquo onde nos aventuramos a navegar, é só a ponta do iceberg, se nos habilitarmos a mergulhar, descobriremos uma grande e forte base sustentadora que está ainda submersa na mentalidade pouco criativa da maioria esmagadora que torna insustentável nosso planeta.
Prestemos atenção e banqueteemo-nos na lógica troikaniana de agir, 3 cavaleiros, 3 elementos e 3 possibilidades. 1,2,3... Tripé que sustenta a continuidade que chamamos de futuro.
por Thiago Alixandre.
Co-fundador do Coletivo O¹², bailarino e pesquisador com foco em economia criativa, autonomia em sistemas vivos e sustentabilidade.
Informação adicional:
No primeiro semestre de 2010 fui bolsista convidado por Lala Deheinzelin para o primeiro curso de economia criativa no Brasil, lecionado por ela e por George Yúdice. Lala é assessora internacional da ONU no campo de economia criativa e George Phd pela Miami University com foco em economia da cultura, nessa oportunidade pude me aprofundar nos meus estudos e pesquisas sobre economia e estratégias sustentáveis, e pra quem não conhece o assunto vale a pena buscar informações sobre esses dois nomes citados, pois são referências mundiais nesse campo de conhecimento .
Movimento Crie Futuros
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Nesta plataforma desenvolvida por Lala Deheinzelin é possível exercitar a criação de futuros desejáveis e wikizar os futuros já postados.
Nesse exercício podemos nos habilitar a fazer o que se mostra mais que importante, criar e tornar real nossos desejos e futuros.
Divirtam-se!
Programação Especial
domingo, 4 de julho de 2010
No fim da noite mostraremos trecho de dois trabalhos do Coletivo o12 e teremos um bate papo com o público sobre nossa dança, a economia dela, e sobre os modelos que estamos apostando.
Estudos sobre economia, autonomia e nossos futuros...
quinta-feira, 24 de junho de 2010
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No ultimo Sábado e Domingo o Coletivo o12 se reuniu para continuar seus estudos sobre economia, sustentabilidade, autonomia e as ações que tem desenvolvido.
A diferença desta vez é que o encontro gerou muita reflexão e o mais genial, idéias práticas!
O o12 tem se dedicado a experimentar outros modelos de captação de recursos e tem desenvolvido idéias para captar recursos de modo que isso esboce nossa autonomia econômica.
Tem ficado cada vez mais claro que é necessário se inventar outros modelos políticos, principalmente ao que se refere a sustentabilidade e economia da cultura, é isso que estamos fazendo, estamos engajados em inventar modelos outros de suporte e permanência.
Estamos nos dedicando a criar novas políticas de economia.
Políticas criativas, associadas as idéias de desenvolvimento sustentável, economia criativa, economia solidária, ativação de redes colaborativas, de modos operantes pautados na cooperação e desenvolvidos na lógica da abundância e não da escassez que é próprio da natureza das matérias tangíveis e que se finda por seus processos competitivos o que nada tem a ver conosco.
Por entender que matéria tangível, concreta e palpável nada tem a ver com os processos criativos desenvolvidos por nós e nossa dança, estamos neste momento entendendo que só é possível permanecer se criarmos maneiras outras de mensurar e medir aquilo que produzimos.
E de uma coisa sabemos, é hora de mudar o rumo, pois parece óbvio mas não é ...
"Se não mudarmos de direção, chegaremos onde estamos indo".
"provérbio chinês"
EXERCÍCIOS E REFLEXÕES
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DESCONTRAÇÕES
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BREAK
AGRADECIMENTOS ESPECIAIS AO LUCAS QUE CUIDOU DO CATERING BOTANDO EM PRÁTICA O QUE TEM APRENDIDO NO CURSO DE GASTRONOMIA DA UNIVERSIDADE.
E A MARI QUE SE ENCARREGOU DE REGISTRAR NOSSO ENCONTRO, PRATICANDO TAMBEM O QUE TEM APRENDIDO NO CURSO DE CINEMA QUE FAZ NA FACUL. 


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