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Lala Deheinzelin em Votorantim

quinta-feira, 19 de julho de 2012


                                                                                             

  Coletivo O¹² apresenta:

 


Oficina:
 Economia Criativa, Sustentabilidade e Oportunidades de Futuro.
Com Lala Deheinzelin


Você já ouviu falar de economia criativa?

Já reparou que a cada dia que passa os setores que trabalham com criatividade são os mais relevantes e que mais crescem no mercado? Que experiências como o Google, Facebook, Youtube são as marcas mais valiosas do planeta e que não são produtos palpáveis, são apenas experiências e serviços a partir da criatividade?

Se você trabalha com criatividade, terceiro setor, ideias, processos e gestão, sustentabilidade, elabora experiências em seu trabalho e ainda não se deu conta de como a economia pode ser pensada nesse processo, venha conhecer o curso de Lala Deheizelin.

Lala Deheinzelin é consultora internacional da ONU, especialista em economia criativa e estará em Votorantim a convite do Coletivo O¹² e em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente ministrando um curso para todos os interessados.

Faça sua inscrição!

Vagas limitadas.



Serviço:

Investimento R$30,00

Data: Domingo dia 29/07
Horário: Das 9h as 17h (c/ intervalo de almoço que será oferecido no espaço do Coletivo O¹²)
Local: “Parque do Matão” - R: Angelo Delapasi, s/ número, Parque Bela Vista.

Solicite sua vaga pelo e-mail: workshop@coletivoo12.com.br








Até que fim vai se tornando público esse pensamento...Viva pra nós militantes!!!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011


Cultura quer foco em economia criativa!!!

Inspirado em Barcelona e no Reino Unido, ministério estuda gerar núcleos criativos em áreas urbanas degradadas. Arquitetura, música, cinema e design vivem boom global e geram, no país, R$ 380 bi; o desafio é profissionalizar.


MARIANA BARBOSA
FOLHA DE SÃO PAULO


A terceira maior indústria do mundo, atrás de petróleo e de
armamentos, tem como principal insumo a criatividade.
Da moda ao design, passando por cinema e literatura e
incluindo a produção de software, a chamada indústria criativa movimenta mais de R$ 380 bilhões no Brasil, segundo estimativa da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro). O setor ganha neste ano maior relevância institucional, com a criação, no Ministério da Cultura, da Secretaria da Economia Criativa.

O conceito vem dos anos 90: indústrias criativas são aquelas
com potencial de geração de riqueza e emprego por meio da utilização de propriedade intelectual.

Do conceito surgiram experiências de cidades ou núcleos
criativos, como forma de transformação de áreas degradadas e de desenvolvimento sustentável. Caso de Glasgow, que uniu todas as disciplinas em uma só escola no meio de uma área degradada e violenta. Por meio do envolvimento dos alunos designers, estilistas e artistas com a comunidade, a área foi recuperada.
A criação de núcleos e redes de cidades criativas é uma das
prioridades da nova pasta, revelou à Folha a secretária de Economia Criativa, Cláudia Leitão.

Ela diz que quer se aproximar do Iphan (Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), órgão do próprio Ministério da Cultura, para estimular a geração de núcleos criativos. "Temos que promover uma ocupação de prédios históricos que seja inclusiva e que gere riqueza", diz Leitão, ex-secretária de Cultura do Ceará e professora da Universidade Federal do Ceará. "Temos muito o que aprender com as experiências de fora, da Austrália, de Barcelona."
Já o exemplo do que não fazer vem de Salvador. "A reforma do Pelourinho tinha enganos graves. Foi feita a partir de uma visão do turismo, de exclusão. Temos de incluir a população local." Outro exemplo de patrimônio com potencial de se transformar em cidade criativa é o centro de São Luís. "O Maranhão precisa tornar a diversidade um ativo para a sua economia. Precisa ir muito além do título de Patrimônio da Humanidade." Interessada no tema desde o início dos anos 2000, Leitão foi para Brisbane, na Austrália, estudar com os grandes pensadores da área. "Esse é um conceito novo, que precisa ser compreendido pela sociedade", diz Leitão. "Você tem ainda uma visão negativa, que nasce com a Escola de Frankfurt, com uma visão apocalíptica da indústria cultural." Segundo ela, o Brasil precisa empreender mais na área e exportar a diversidade cultural, do mamulengo ao software e à arquitetura.

"A criatividade é um insumo que não acaba e a economia criativa pode ser uma grande estratégia de desenvolvimento com distribuição de renda." O tema chega ao Brasil com atraso de 17 anos. Em 1994, a Austrália foi o primeiro país a apontar a necessidade de desenhar políticas públicas para estimular a economia movida a cultura e criatividade. Mas o termo indústria criativa só ganhou visibilidade internacional em 1997, quando o governo britânico do trabalhista Tony Blair criou a Força-Tarefa das Indústrias Criativas.

AAo12 (Associação Amigos do o12) Campanha jun/2010

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Vaquinhas como estratégia de suporte e sustentabilidade!



O Coletivo o12 têm estudado maneiras de criar políticas para sua sustentabilidade, esse é o motivo da AAo12.

Neste mês de junho continuamos nossa campanha.

Dia 12 é dia do o12, colaborem!

Ainda não integra essa rede?

Quer ser um colaborador do Coletivo o12?

Faça doações mensais a partir de 1 real e contribua com nossa ação política.

Clique aqui e se torne um membro!

Faça parte da elaboração de políticas criativas com o Coletivo o12.

Nunca foi tão confortável fazer uma vaquinha!

terça-feira, 13 de abril de 2010



O Coletivo o12 agora também pode receber doações via cartão de crédito, débito e boleto bancário.

Nosso sistema de economia solidária está mais simples e prático, colabore com esta ação!



Clique aqui e faça sua contribuição para AAo12 (Associação Amigos do o12).