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5 anos de Coletivo O¹²

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

                                    CANJA CRIATIVA!


Thiago Alixandre, Preta Ribeiro e Tati Almeida
abrindo o evento.


 
O que de fato há para celebrar quando se completa uma data simbólica?

Possivelmente haja mais coisas que só os méritos, realizações e conquistas à comemorar. Talvez os fracassos, os insucessos e as crises tão duras e pesadas sejam motivos à festejar também, porque tudo isso é que deve mesmo ter nos ajudado a ganhar a musculatura necessária de modo a nos fortalecer e permitir nossa permanência.

São 5 anos, de fracassos, conquistas, insucessos, sucessos, decepções, surpresas, crises, estabilidades, frustrações, realizações, durezas e levezas... como em qualquer sistema, como em qualquer ambiente e contexto... 

Todavia existir na amizade, afeto e na coletividade, produzindo arte e conhecimento são as mais lindas e preciosas maneiras de enfrentar os compromissos aos quais a nossa vida nos convoca. 

É por poder atender esses compromissos nesses 5 anos que encontramos motivos à celebrar. 

E como não poderia ser diferente, celebrar com amizade, arte, conhecimento e com quem dessas coisas sabe cultivar e nos nutrir, foi mais que necessário.

Nosso muito obrigado as canjas artísticas de Renato Bellini, Marcia Mah, José Marcos, Luizinho, Michelle Alixandre, Betu Cury e Zé Bocca. 

Nossa memória já agradece o que nela um dia será ainda mais precioso ter o prazer de poder lembrar.  







                                                     Desenhando lembranças para o O¹²

         Betu presente em nossas vozes. Poema de Betu Cury para o O¹² sendo declamado pelo O¹²

                                 Zé Bocca nos fazendo lembrar como é bom ouvir histórias


 Que diferença faz entre a verdade e a mentira quando as duas estão para nos ensinar?



 
                                          José Marcos no violão e Luizinho no violoncelo.

                                                  Luizinho tecendo a noite em acordes.

               Marcia Mah acordando as árvores do parque que se descascaram de emoção.



                                     José Marcos e Luizinho fazendo da noite um sonho



 
       Mah através da voz e dos gestos empresta nossos olhos e ouvidos para hospedar poesia neles.




                               Por que sorrisos assim não nascem no canteiro das avenidas?

 Michele Alixandre entre risos e teclas.

 


 Renato Bellini expandindo o passado ao presente e instaurando outro tempo em Votorantim.

Nele a voz e o piano brincam de fazer sonhos.

  
Quando um acauã canta a chuva para... Renato evapora o orvalho na voz.

  Renato Bellini e Marcia Mah constelando na nossa noite e nos lembrando que Votorantim e Sorocaba são berçarios de estrelas. 




Paredes, chão, e teto foram de vidro nesse momento... era como não ter chão, nem céu, nem horizontes, porque só ali bastava.




 Vivendo, compartilhando, com partes trilhando...


Fotos: Matheus Casagrande

Quando a arte encontra abrigo na escola...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013


Nem sempre a gente sabe que arte e educação são fecundas por natureza, mas experimentá-las sempre nos ajuda a lembrar que tipo de vida produz essa associação.

  Testar a comunicação da arte contemporânea com jovens é em sí um experiemento políticopoético por uma "pedagogia da autonomia". 

Esperamos que os gestos de nossa dança tenham gerado gestos sinápticos fazendo dançar os pensamentos de cada sujeito que dela experimentou.

Abaixo fotos da nossa experiência!


Objetivo Unidade Portal da Colina


                    
                                                         Como se educa para ver dança?
                                                

                                                          Objetivo Unidade Zona Norte





                                                  De qual tipo de comunicação se trata?
 


                                   
                                                   Conversa entre quem dança e quem vê.




                                                        
                                                             O corpo que dança, na escola.





Fotos: Matheus Casagrande